Lançamento do livro “A nova Ordem – um caminho para a esperança” | sábado, 27 de abril, 17h30

José Vieira

 

A Fundação Bienal de Arte de Cerveira acolhe, no dia 27 de abril, às 17h30, o lançamento do livro “A nova Ordem – um caminho para a esperança” do economista José Vieira.

“Este trabalho é uma jornada percorrida através de um caminho quase desconhecido, que passa pelas novas tecnologias e, a partir delas, chega a um ponto onde a angústia se acumula e as incertezas se tornam intoleráveis”, refere o autor.
No seu livro “A nova Ordem – um caminho para a esperança”, José Vieira defende a implementação da Renda Básica Incondicional como uma possível solução para os problemas perturbadores que parecem surgir no horizonte.
Foi escrito como um conjunto de informações e caminhos que se vão traçando, até encontrar uma possível terapia definitiva para resolver os sérios problemas emergentes e talvez seja a solução justa e capaz. É por isso um livro de aviso ou alerta e gostaria que fosse tomado como tal.

Perfil do autor – José Vieira

José Vieira nasceu em Portugal, na antiga Vila da Feira, no início da década de 1940. Foi estudante e posteriormente trabalhou na administração hospitalar pública e em empresas privadas. A sua formação académica foi dividida entre economia e matemática, e aprendeu história contemporânea, sociologia e artes pictóricas de uma forma autodidata.
Profundo conhecedor das ciências de marketing, especialmente de mercados externos em áreas tão diversas como as têxteis, química, pneus, metalurgia, indústria de jogos e equipamentos materno-infantis.
Paralelamente, durante mais de três décadas, combinou outras atividades com o ensino de matemática, estatística, econometria e teoria dos jogos. Depois da reforma, continuou a apoiar alunos, pois é uma das suas paixões.
Colaborou com a imprensa escrita em vários jornais e revistas portuguesas, durante quase trinta anos, em diferentes áreas.
Participou em movimentos estudantis e protestos civis contra o regime de Salazar em Portugal. Passou pela guerra colonial portuguesa como miliciano. Colaborou na revolução de 25 de abril. Participou nas jornadas de esclarecimento de práticas democráticas aos cidadãos do interior do país.
Pertenceu a várias entidades culturais, em Portugal, Moçambique e Espanha. Esteve envolvido em movimentos cooperativos, tanto em Portugal como nas antigas colónias portuguesas, tornando-se o fundador de algumas.
Além disso, estudou várias áreas do ensino, como psicologia e pedagogia, na transmissão do conhecimento.
Nos últimos anos focou-se no estudo de novas tecnologias, os seus efeitos nas profissões e no mercado de trabalho. É um estudante de Rendas Básicas e um seguidor da RED RENTA BÁSICA, dos seus estudos e publicações.

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