Henrique Silva, presidente interino do Conselho de Fundadores da FBAC, é Doutor com distinção e louvor

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Henrique Silva,  presidente interino do Conselho de Fundadores da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, F. P., obteve grau de doutorado, alcançado após a defesa da tese em Media-Arte Digital, pela Universidade Aberta. Perante uma sala repleta de pessoas, o júri da prova atribuiu nota máxima “distinção e louvor”, com classificação de 20 valores ao trabalho apresentado.

No limiar dos seus 83 anos, o Professor Henrique Silva, reconhecido artista e um dos fundadores das bienais de Cerveira, apresentou, esta quarta-feira, em Lisboa, a sua tese de doutoramento em Média-Arte Digital ao Conselho Científico. O trabalho intitulado “O Homem, a Obra e o Pensamento de Henrique Silva – a Intemporalidade ou Temporalidade da Obra de Arte numa Perspectiva Polissémica (Cosmológica, Moral e Técnica)” recebeu os mais rasgados elogios de um vasto júri que aprovou, por unanimidade, a “distinção e louvor” com a classificação de 20 valores.
Presentes na sessão pública estiveram o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, e o presidente da Assembleia Municipal, Vitor Nelson Torres. Fernando Nogueira não escondeu a satisfação e orgulho de representar o concelho que acolhe “o grande homem e artista Henrique Silva”. O edil cerveirense congratula o Professor Doutor Henrique Silva por este grau académico, fruto de muito empenho, dedicação e profissionalismo. “Henrique Silva é um homem que dedicou a sua vida às artes e um artista de causas humanas, e é um dos maiores impulsionadores das bienais de Cerveira, a quem a comunidade reconhece e agradece a persistência em transformar nacional e internacionalmente Cerveira, a ‘Vila das Artes’, assegura.
Henrique Silva foi diretor das Bienais de Cerveira entre 1995 e 2007. Em dezembro de 2013 foi nomeado vice-presidente da FBAC e coordenador cultural, tendo também assumido funções de diretor artístico da XVIII Bienal de Cerveira (2015). Foi diretor executivo da Cooperativa Árvore, de 1978 a 1996 e da Associação Projecto, Núcleo de Desenvolvimento Cultural, entre 1995 e 2007. Foi bolseiro da Fundação Gulbenkian, em Paris, de 1961 a 1963. Licenciou-se pela Universitée de Paris VIII, no ano de 1977, em Artes Plásticas para o Ensino. Foi diretor geral e pedagógico da Escola Profissional de Economia Social em 1989/91 e 1998/2000. Participou em seminários e reuniões internacionais em Varsóvia (1983), Bruxelas (1986), Creta (1987), entre outros, sobre políticas de desenvolvimento territorial e cultural.
Expõe regularmente desde 1958, tendo realizado mais de 50 exposições individuais em França, Espanha, Bélgica, Suíça, Brasil e Portugal, e mais de 200 exposições coletivas entre a Europa, América e Japão.
É diretor do curso de Artes Plásticas e Multimédia na Escola Superior Gallaecia e autor do livro “Diários – entre a angústia e a afirmação”, edição do Atelier Gondar (2012). Atualmente dirige o Atelier de Gondar – Centro de Investigação Arte e Design, em Vila Nova de Cerveira.

 

Texto: Gabinete de Comunicação da CMVNC

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